Saudades de 2 semanas irreais, de uma liberdade inebriante e já esquecida, de uma cidade que pulula de energia e elan.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Saudades de Berlim...
Saudades de 2 semanas irreais, de uma liberdade inebriante e já esquecida, de uma cidade que pulula de energia e elan.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Irrita-me
Falar com pessoas mais novas do que eu e ter a sensação de que são muito mais velhas, de tantas certezas e tão pouca tolerância que têm.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Aceitar o que não se pode mudar
O que aconteceu.
O que foi dito.
O que foi feito.
É tão óbvio.
Também devia ser simples.
O que foi dito.
O que foi feito.
É tão óbvio.
Também devia ser simples.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
September - Sweet Disposition
Gosto de Setembro, apesar de tudo o que ele traz de volta. A incerteza profissional e com ela a instabilidade financeira, as rotinas, o fim dos dias de liberdade que parece que nunca se aproveitaram o suficiente. Mas Setembro também representa regresso, estrutura, outono... e aniversário :)
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Naná
A Naná veio para nossa casa num tempo de que já nem me lembro - o tempo antes de ter filhos. Vinha um bocado mal-tratada. Lembro-me que tinha medo de tudo. Tinha medo da trela, ficava petrificada e recusava-se a andar na rua. Várias vezes voltou para casa ao colo. Lembro-me de nos primeiros tempos ter que lhe por umas ligaduras nas patas cheias de feridas. Lembro-me da frase de um miúdo na rua, um dia, ao vê-la cheia de ligaduras: "Ih! Esse cão andou à porrada?" Mas não, andar à porrada seria a última coisa que teria ocorrido à Naná. Humildade e timidez eram o seu sinal de marca. Com o tempo foi saindo da casca, mas nunca deixou de ser discreta e pacata.
Quando vieste cá para casa tinha eu o Lucas na barriga. Foram mais de 8 anos de vida em comum. Viste os meus filhos crescer e tiveste com eles uma paciência infinita. Perdoa se não te dediquei mais atenção. A correria dos dias não é desculpa. Sei que te podia ter dado mais festas. Deixa lá as plantas que destruiste por sucumbires ao instinto de escavar na terra. Esquece lá as vezes que fugiste para procurar ossos e só voltaste às tantas da noite. Sofreste um bocado nos últimos tempos, mas sempre com uma paz e uma resiliência admiráveis. Quantas vezes olhei para ti em momentos difíceis e me ensinaste a aceitar. Obrigada por isso. Obrigada pelos passeios diários. Obrigada pela companhia. Não sei se estarás ou não no céu dos cães, como dizemos aos miúdos, mas quero acreditar que tiveste uma vida boa e que agora os teus olhos voltaram a brilhar e voltaste a poder correr livremente.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Casaquistão, Geórgia, Japão...
Depois de passar 2 semanas com gente dos 4 cantos do mundo, regresso ao meu e tento encontrar chão debaixo dos pés. Sento-me a contemplar o globo. Tento imaginar a vida das pessoas que conheci, agora no outro lado do planeta. Vou girando devagar e, a cada movimento, pasmo. Tanto mundo, caramba. A sensação de pequenez é uma óptima conselheira.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
domingo, 14 de agosto de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Sommer im Norden
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Reencontros
Tavira - Paris - Ülzen.
Marijana - Kati - Annika.
Três lugares, três Amigas de longa data que não via há anos.
Tantas histórias para pôr em dia.
Filhos que não se conheciam.
Três Mulheres lutadoras e inspiradoras, que pregam rasteiras ao destino e enfrentam as adversidades com garras de leoa.
Viva as férias, que permitem que caminhos se voltem a cruzar.
Estamos em Agosto, estão 13 graus e chove. Quem precisa de sol e praia?
Marijana - Kati - Annika.
Três lugares, três Amigas de longa data que não via há anos.
Tantas histórias para pôr em dia.
Filhos que não se conheciam.
Três Mulheres lutadoras e inspiradoras, que pregam rasteiras ao destino e enfrentam as adversidades com garras de leoa.
Viva as férias, que permitem que caminhos se voltem a cruzar.
Estamos em Agosto, estão 13 graus e chove. Quem precisa de sol e praia?
sexta-feira, 29 de julho de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Constatações
Pode ser sexista, mas a verdade é que me faz mais impressão quando uma mulher pratica uma condução agressiva do que quando é um homem.
domingo, 17 de julho de 2011
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Sou eu que estou a ficar louca?
Será impressão minha ou os pássaros andam a voar mais baixo nos últimos tempos? Já perdi a conta aos pardais, corvos, gaivotas, melros, andorinhas que se me atravessaram à frente do carro nas últimas semanas. E isto de ter a constante sensação de que se vai atropelar um pássaro não é nada agradável. Com todo um céu para explorar, passarada, sinceramente não percebo. Tivesse eu asas e ninguém me veria a fazer razias ao asfalto.
terça-feira, 5 de julho de 2011
A Terra da Lua Partida
Fico profundamente perturbada, angustiada, triste quando vejo um programa assim.
Pessoas que não deitam um grama de dióxido de carbono para a atmosfera além do que é legítimo a um ser vivo, que vivem da forma mais pura em harmonia com o Mundo, têm que pagar pelos erros de uma civilização que não conhecem nem querem conhecer, e vêem-se impedidas de, simplesmente, viver como os seus antepassados sempre viveram. Não querem ter carros, não precisam de electricidade, não sabem o que é o petróleo, nunca ouviram falar em energia nuclear. Querem apenas continuar a fazer o que o que viram fazer os pais e avós, atravessar os Himalaias com os seus filhos e os seus animais. Mas já não podem. Porque os rios secaram. Porque as terras férteis agora são desertos. Porque um sol de repente inimigo lhes queima a pele e os olhos. Porque têm que aprender a proteger-se contra um aquecimento global que não podem compreender.
Pessoas que não deitam um grama de dióxido de carbono para a atmosfera além do que é legítimo a um ser vivo, que vivem da forma mais pura em harmonia com o Mundo, têm que pagar pelos erros de uma civilização que não conhecem nem querem conhecer, e vêem-se impedidas de, simplesmente, viver como os seus antepassados sempre viveram. Não querem ter carros, não precisam de electricidade, não sabem o que é o petróleo, nunca ouviram falar em energia nuclear. Querem apenas continuar a fazer o que o que viram fazer os pais e avós, atravessar os Himalaias com os seus filhos e os seus animais. Mas já não podem. Porque os rios secaram. Porque as terras férteis agora são desertos. Porque um sol de repente inimigo lhes queima a pele e os olhos. Porque têm que aprender a proteger-se contra um aquecimento global que não podem compreender.
domingo, 3 de julho de 2011
De Vez em Quando o Ser Humano Precisa que lhe Fuja o Chão
Apanhar um susto, daqueles valentes, para depois se vir a descobrir que não passou mesmo só de um susto, tem efeitos espantosos. De repente, sentimos uma enorme felicidade só porque, afinal, fica tudo na mesma.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Hi Pumpkin
Há algo de mágico e maravilhoso em plantar uma semente, regá-la, ver a planta germinar, crescer e florir e, de repente, da flor que cai ficar um fruto, que vamos vendo aumentar de tamanho a cada dia...
Não, desta vez não estou a falar dos filhos em sentido figurado. Mas, pensando bem, os legumes e frutos que nós prórpios plantámos são como nossos filhos.
Sendo assim, sou mãe orgulhosa de duas lindas meninas, rechonchudas e de boas cores. E é ver-me, todas as tardes, a ir verificar o seu bem-estar e a elogiar-lhes o crescimento. Aceitam-se sugestões para uma digna transformação, lá para o outono, em caril, sopa, ou, quiçá, doce.
Não, desta vez não estou a falar dos filhos em sentido figurado. Mas, pensando bem, os legumes e frutos que nós prórpios plantámos são como nossos filhos.
Sendo assim, sou mãe orgulhosa de duas lindas meninas, rechonchudas e de boas cores. E é ver-me, todas as tardes, a ir verificar o seu bem-estar e a elogiar-lhes o crescimento. Aceitam-se sugestões para uma digna transformação, lá para o outono, em caril, sopa, ou, quiçá, doce.
Subscrever:
Mensagens (Atom)







