quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Casaquistão, Geórgia, Japão...
Depois de passar 2 semanas com gente dos 4 cantos do mundo, regresso ao meu e tento encontrar chão debaixo dos pés. Sento-me a contemplar o globo. Tento imaginar a vida das pessoas que conheci, agora no outro lado do planeta. Vou girando devagar e, a cada movimento, pasmo. Tanto mundo, caramba. A sensação de pequenez é uma óptima conselheira.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
domingo, 14 de agosto de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Sommer im Norden
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Reencontros
Tavira - Paris - Ülzen.
Marijana - Kati - Annika.
Três lugares, três Amigas de longa data que não via há anos.
Tantas histórias para pôr em dia.
Filhos que não se conheciam.
Três Mulheres lutadoras e inspiradoras, que pregam rasteiras ao destino e enfrentam as adversidades com garras de leoa.
Viva as férias, que permitem que caminhos se voltem a cruzar.
Estamos em Agosto, estão 13 graus e chove. Quem precisa de sol e praia?
Marijana - Kati - Annika.
Três lugares, três Amigas de longa data que não via há anos.
Tantas histórias para pôr em dia.
Filhos que não se conheciam.
Três Mulheres lutadoras e inspiradoras, que pregam rasteiras ao destino e enfrentam as adversidades com garras de leoa.
Viva as férias, que permitem que caminhos se voltem a cruzar.
Estamos em Agosto, estão 13 graus e chove. Quem precisa de sol e praia?
sexta-feira, 29 de julho de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Constatações
Pode ser sexista, mas a verdade é que me faz mais impressão quando uma mulher pratica uma condução agressiva do que quando é um homem.
domingo, 17 de julho de 2011
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Sou eu que estou a ficar louca?
Será impressão minha ou os pássaros andam a voar mais baixo nos últimos tempos? Já perdi a conta aos pardais, corvos, gaivotas, melros, andorinhas que se me atravessaram à frente do carro nas últimas semanas. E isto de ter a constante sensação de que se vai atropelar um pássaro não é nada agradável. Com todo um céu para explorar, passarada, sinceramente não percebo. Tivesse eu asas e ninguém me veria a fazer razias ao asfalto.
terça-feira, 5 de julho de 2011
A Terra da Lua Partida
Fico profundamente perturbada, angustiada, triste quando vejo um programa assim.
Pessoas que não deitam um grama de dióxido de carbono para a atmosfera além do que é legítimo a um ser vivo, que vivem da forma mais pura em harmonia com o Mundo, têm que pagar pelos erros de uma civilização que não conhecem nem querem conhecer, e vêem-se impedidas de, simplesmente, viver como os seus antepassados sempre viveram. Não querem ter carros, não precisam de electricidade, não sabem o que é o petróleo, nunca ouviram falar em energia nuclear. Querem apenas continuar a fazer o que o que viram fazer os pais e avós, atravessar os Himalaias com os seus filhos e os seus animais. Mas já não podem. Porque os rios secaram. Porque as terras férteis agora são desertos. Porque um sol de repente inimigo lhes queima a pele e os olhos. Porque têm que aprender a proteger-se contra um aquecimento global que não podem compreender.
Pessoas que não deitam um grama de dióxido de carbono para a atmosfera além do que é legítimo a um ser vivo, que vivem da forma mais pura em harmonia com o Mundo, têm que pagar pelos erros de uma civilização que não conhecem nem querem conhecer, e vêem-se impedidas de, simplesmente, viver como os seus antepassados sempre viveram. Não querem ter carros, não precisam de electricidade, não sabem o que é o petróleo, nunca ouviram falar em energia nuclear. Querem apenas continuar a fazer o que o que viram fazer os pais e avós, atravessar os Himalaias com os seus filhos e os seus animais. Mas já não podem. Porque os rios secaram. Porque as terras férteis agora são desertos. Porque um sol de repente inimigo lhes queima a pele e os olhos. Porque têm que aprender a proteger-se contra um aquecimento global que não podem compreender.
domingo, 3 de julho de 2011
De Vez em Quando o Ser Humano Precisa que lhe Fuja o Chão
Apanhar um susto, daqueles valentes, para depois se vir a descobrir que não passou mesmo só de um susto, tem efeitos espantosos. De repente, sentimos uma enorme felicidade só porque, afinal, fica tudo na mesma.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Hi Pumpkin
Há algo de mágico e maravilhoso em plantar uma semente, regá-la, ver a planta germinar, crescer e florir e, de repente, da flor que cai ficar um fruto, que vamos vendo aumentar de tamanho a cada dia...
Não, desta vez não estou a falar dos filhos em sentido figurado. Mas, pensando bem, os legumes e frutos que nós prórpios plantámos são como nossos filhos.
Sendo assim, sou mãe orgulhosa de duas lindas meninas, rechonchudas e de boas cores. E é ver-me, todas as tardes, a ir verificar o seu bem-estar e a elogiar-lhes o crescimento. Aceitam-se sugestões para uma digna transformação, lá para o outono, em caril, sopa, ou, quiçá, doce.
Não, desta vez não estou a falar dos filhos em sentido figurado. Mas, pensando bem, os legumes e frutos que nós prórpios plantámos são como nossos filhos.
Sendo assim, sou mãe orgulhosa de duas lindas meninas, rechonchudas e de boas cores. E é ver-me, todas as tardes, a ir verificar o seu bem-estar e a elogiar-lhes o crescimento. Aceitam-se sugestões para uma digna transformação, lá para o outono, em caril, sopa, ou, quiçá, doce.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Memórias de uma Mãe Nostálgica
Fui mais uma vez em busca de coisas para o bebé Jorge e voltei da arrecadação com as mãos cheias de roupas e brinquedos dos meus bebés.
Sento-me na sala e inicio outra vez esta viagem no tempo que agora faço regularmente, desde que o pequeno Jorge nasceu. Vou tirando as coisas dos sacos e, a cada peça, uma recordação: Lembro-me de ficar a olhar para o Lucas a dormir com este pijama. O Manuel ficava tão engraçado com estas calças. O Lucas adorava esta roca. Comprei estas jardineiras na Alemanha. Estas calças foi a avó que ofereceu. O Lucas tinha esta camisola vestida no dia em que caíu e bateu com a cabeça no parapeito da janela da sala. Fez o maior galo que eu já vi.
E assim, peça a peça, vou desfiando contas de um colar que é a minha vida enquanto mãe. Feita de momentos bons e maus, maravilhosos e angustiantes, todos intensos. Depois, guardo-as outra vez - as roupas e as contas - e fico a olhá-los pela janela, já tão crescidos, a jogar à bola, sem saberem que inevitavelmente me carregam consigo e eu os carrego comigo e desejo, mais uma vez, que o tempo páre de voar.
Sento-me na sala e inicio outra vez esta viagem no tempo que agora faço regularmente, desde que o pequeno Jorge nasceu. Vou tirando as coisas dos sacos e, a cada peça, uma recordação: Lembro-me de ficar a olhar para o Lucas a dormir com este pijama. O Manuel ficava tão engraçado com estas calças. O Lucas adorava esta roca. Comprei estas jardineiras na Alemanha. Estas calças foi a avó que ofereceu. O Lucas tinha esta camisola vestida no dia em que caíu e bateu com a cabeça no parapeito da janela da sala. Fez o maior galo que eu já vi.
E assim, peça a peça, vou desfiando contas de um colar que é a minha vida enquanto mãe. Feita de momentos bons e maus, maravilhosos e angustiantes, todos intensos. Depois, guardo-as outra vez - as roupas e as contas - e fico a olhá-los pela janela, já tão crescidos, a jogar à bola, sem saberem que inevitavelmente me carregam consigo e eu os carrego comigo e desejo, mais uma vez, que o tempo páre de voar.
sábado, 18 de junho de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Mãe, afinal de onde é que viemos mesmo?
Lucas: Mãe, eu também saí pelo teu pipi?
(Pronto. Está uma pessoa descansadinha e pimba. Que isto de ter crianças é assim, é como saltar de pára-quedas sem termos sequer percebido que estávamos num avião.)
Mãe (engasga-se com uma cereja e precisa de uns momentos para se recompôr): Não. Para tu saíres tiveram que me cortar a barriga e tirar-te.
(Sinceridade acima de tudo.)
Manuel: Iiiiih Lucas!! Não te doeu?
(Como se vê, a sinceridade não tem qualquer impacto. Hellooo? Foi a MINHA barriga que cortaram! Gajos. Umpf.)
(Pronto. Está uma pessoa descansadinha e pimba. Que isto de ter crianças é assim, é como saltar de pára-quedas sem termos sequer percebido que estávamos num avião.)
Mãe (engasga-se com uma cereja e precisa de uns momentos para se recompôr): Não. Para tu saíres tiveram que me cortar a barriga e tirar-te.
(Sinceridade acima de tudo.)
Manuel: Iiiiih Lucas!! Não te doeu?
(Como se vê, a sinceridade não tem qualquer impacto. Hellooo? Foi a MINHA barriga que cortaram! Gajos. Umpf.)
segunda-feira, 13 de junho de 2011
A conversa é como as cerejas? Depende do interlocutor.
sábado, 11 de junho de 2011
MAS POR QUE RAIO É QUE NINGUÉM INFORMA??
Tive que ir comprar mais Maizena.*
*Linguagem em código de mães que significa: O meu outro filho também apanhou a varicela.
Sim, depois de muito esperar que o Lucas tivesse varicela, foi aos 7 anos e meio. E que caso de varicela. O coitado passou um mau bocado, com centenas de borbulhas que lhe dificultaram bastante a vida durante uns tempos, que o impediram de comer (na garganta), de andar (nas plantas dos pés) e de se sentar (não digo).
Quando fomos à médica, ao 3º dia (a varicela apareceu a um sábado e eu já estava à espera dela) ela receitou o bendito aciclovir, sim, o amigo contra o herpes labial, que a varicela é da mesma família. Parece que só se recomenda em casos mais severos.
Depois de tudo passado, hoje, em conversa com uma conhecida que é pediatra, em contexto informal, ela disse-me que, quando um irmão apanha a varicela de outro irmão, deve-se dar-lhe o aciclovir logo nas primeiras 24h depois do aparecimento das primeiras borbulhas, porque é certo que será um caso bem mais grave, uma vez que o organismo esteve em contacto intenso com o vírus por causa do irmão. É diferente de apanhar de um colega de escola, por exemplo, em que o contacto é mais superficial. Soa-me perfeitamente lógico. A minha questão é: Será que teria custado muito à médica do CATUS, quando lá fui com o Manuel, perguntar-me se ele tinha irmãos e se já tinham tido varicela (aliás, até acho que comentei com ela que o irmão mais velho certamente também iria apanhar), e alertar-me? Ter-lhe-ia caído um dentinho? NÃO PERCEBO esta economia de informação em questões importantes e que está instalada como caruncho em tantas das nossas instituições. Ah! não sabia que era preciso ter carimbado o papel? Mas era! Ah! Afinal falta mais este impresso! Ninguém avisou? Ah! Não trouxe a fotocópia do comprovativo de morada, assim não podemos aceitar a inscrição. Como, ninguém lhe disse nada? Pois, não estava na lista mas era preciso.
Deixe lá. Eu volto. Eu perco outra manhã e venho cá outra vez. Não faz mal. O meu filho passou uns dias de cão desnecessariamente, e podia ter sofrido complicações, mas não há-de ser nada.
*Linguagem em código de mães que significa: O meu outro filho também apanhou a varicela.
Sim, depois de muito esperar que o Lucas tivesse varicela, foi aos 7 anos e meio. E que caso de varicela. O coitado passou um mau bocado, com centenas de borbulhas que lhe dificultaram bastante a vida durante uns tempos, que o impediram de comer (na garganta), de andar (nas plantas dos pés) e de se sentar (não digo).
Quando fomos à médica, ao 3º dia (a varicela apareceu a um sábado e eu já estava à espera dela) ela receitou o bendito aciclovir, sim, o amigo contra o herpes labial, que a varicela é da mesma família. Parece que só se recomenda em casos mais severos.
Depois de tudo passado, hoje, em conversa com uma conhecida que é pediatra, em contexto informal, ela disse-me que, quando um irmão apanha a varicela de outro irmão, deve-se dar-lhe o aciclovir logo nas primeiras 24h depois do aparecimento das primeiras borbulhas, porque é certo que será um caso bem mais grave, uma vez que o organismo esteve em contacto intenso com o vírus por causa do irmão. É diferente de apanhar de um colega de escola, por exemplo, em que o contacto é mais superficial. Soa-me perfeitamente lógico. A minha questão é: Será que teria custado muito à médica do CATUS, quando lá fui com o Manuel, perguntar-me se ele tinha irmãos e se já tinham tido varicela (aliás, até acho que comentei com ela que o irmão mais velho certamente também iria apanhar), e alertar-me? Ter-lhe-ia caído um dentinho? NÃO PERCEBO esta economia de informação em questões importantes e que está instalada como caruncho em tantas das nossas instituições. Ah! não sabia que era preciso ter carimbado o papel? Mas era! Ah! Afinal falta mais este impresso! Ninguém avisou? Ah! Não trouxe a fotocópia do comprovativo de morada, assim não podemos aceitar a inscrição. Como, ninguém lhe disse nada? Pois, não estava na lista mas era preciso.
Deixe lá. Eu volto. Eu perco outra manhã e venho cá outra vez. Não faz mal. O meu filho passou uns dias de cão desnecessariamente, e podia ter sofrido complicações, mas não há-de ser nada.
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